Pronampe pode ser uma das principais saídas para os pequenos negócios em tempos de crise

Debate discutiu alternativas para as micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais sobreviverem à pandemia

O acesso dos pequenos negócios a crédito foi o principal tema do debate “O empreendedorismo em tempo de crise: como os as microempresas e empreendedores individuais sobrevivem em meio a tempos de pandemia?”. O evento, realizado nesta quarta-feira, por meio virtual, contou com as presenças do ex-deputado e presidente do PSB em Santa Catarina, Claudio Vignatti, que coordenou e mediou a live; de Alcides Andrade, ex-presidente da Fampesc; de Silas Santiago, gerente de políticas públicas do Sebrae e do presidente do Sebrae, Carlos Melles.

“Estamos vivendo um momento formidável no setor do agro, mas agora precisamos pensar nas micro e pequenas empresas das cidades”, afirmou Melles, se referindo ao fortalecimento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O presidente do Sebrae compara a proposta ao Pronaf, o programa de financiamento do governo ao homem do campo. “Temos que pensar que precisamos de crédito, pois sem capital de giro os pequenos negócios não andam”, observa Carlos Melles, enumerando outros canais de financiamento firmados pelo Sebrae, como o acordo feito com a Caixa para a operação do Fampe, entre outros.

O Pronampe foi apoiado de forma unânime entre os debatedores. Para Silas Santiago, gerente de Políticas Públicas do Sebrae, a exemplo do Pronaf no campo, agora o país precisa pensar na cidade, principalmente nas micro e pequenas empresas. “O Pronampe tem grandes chances de funcionar, mas também temos outras alternativas de crédito, como o convênio com a Caixa e até as operações com cartões”, acrescenta o gerente, observando que hoje os pequenos negócios são responsáveis pelo desenvolvimento regional, pois incentivam as vendas locais, principalmente.

A opinião é compartilhada por Alcides Andrade, ex-presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas empresas e Empreendedor Individual de Santa Catarina (Fampesc). “O Pronampe é uma mudança de paradigma em nível nacional, principalmente para as micro e pequenas empresas”, diz Andrade, explicando que a linha de crédito é importante principalmente para capital de giro. Ele ressalta que o Sebrae teve um papel fundamental na consolidação do Pronampe. “O crédito é realmente um dos maiores problemas hoje”, diz o ex-deputado Cláudio Vignatti, ex-presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Vignatti foi o autor da lei que criou o Microempreendedor Individual (MEI).

Por Agência de Notícias Sebrae

Pronampe pode ser uma das principais saídas para os pequenos negócios em tempos de crise

Debate discutiu alternativas para as micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais sobreviverem à pandemia

O acesso dos pequenos negócios a crédito foi o principal tema do debate “O empreendedorismo em tempo de crise: como os as microempresas e empreendedores individuais sobrevivem em meio a tempos de pandemia?”. O evento, realizado nesta quarta-feira, por meio virtual, contou com as presenças do ex-deputado e presidente do PSB em Santa Catarina, Claudio Vignatti, que coordenou e mediou a live; de Alcides Andrade, ex-presidente da Fampesc; de Silas Santiago, gerente de políticas públicas do Sebrae e do presidente do Sebrae, Carlos Melles.

“Estamos vivendo um momento formidável no setor do agro, mas agora precisamos pensar nas micro e pequenas empresas das cidades”, afirmou Melles, se referindo ao fortalecimento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O presidente do Sebrae compara a proposta ao Pronaf, o programa de financiamento do governo ao homem do campo. “Temos que pensar que precisamos de crédito, pois sem capital de giro os pequenos negócios não andam”, observa Carlos Melles, enumerando outros canais de financiamento firmados pelo Sebrae, como o acordo feito com a Caixa para a operação do Fampe, entre outros.

O Pronampe foi apoiado de forma unânime entre os debatedores. Para Silas Santiago, gerente de Políticas Públicas do Sebrae, a exemplo do Pronaf no campo, agora o país precisa pensar na cidade, principalmente nas micro e pequenas empresas. “O Pronampe tem grandes chances de funcionar, mas também temos outras alternativas de crédito, como o convênio com a Caixa e até as operações com cartões”, acrescenta o gerente, observando que hoje os pequenos negócios são responsáveis pelo desenvolvimento regional, pois incentivam as vendas locais, principalmente.

A opinião é compartilhada por Alcides Andrade, ex-presidente da Federação das Associações de Micro e Pequenas empresas e Empreendedor Individual de Santa Catarina (Fampesc). “O Pronampe é uma mudança de paradigma em nível nacional, principalmente para as micro e pequenas empresas”, diz Andrade, explicando que a linha de crédito é importante principalmente para capital de giro. Ele ressalta que o Sebrae teve um papel fundamental na consolidação do Pronampe. “O crédito é realmente um dos maiores problemas hoje”, diz o ex-deputado Cláudio Vignatti, ex-presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas. Vignatti foi o autor da lei que criou o Microempreendedor Individual (MEI).

Por Agência de Notícias Sebrae